HidroLinfa®

Beleza, Estética e Bem Estar Natural

A HidroLinfa®

O equipamento HidroLinfa®

Equipamento HidroLinfa®

 

Hidro = de origem latina “Hydru“, que significa água.

Linfa = do latim “lympha” e do grego “nýmphe“, que significa água, seiva, líquido incolor ou amarelo claro de composição comparável à do plasma sanguíneo, que circula no organismo em vasos próprios chamados vasos linfáticos.

O estudo aprofundado e a pesquisa de fenómenos naturais concluíram que os iões positivos têm efeito esgotante em organismos vivos, enquanto os iões negativos têm um efeito benéfico.

Quando se forma uma tempestade, há uma descarga elétrica de iões positivos que se antecedem aos outros fenómenos. Aves, insetos e animais envolvidos pelos iões positivos ficam irrequietos e nervosos. As aves, aflitas, gritam mais alto e voam mais baixo, tentando abrigar-se. Os insetos, ao mesmo tempo que atacam as pessoas, formam enxames para se proteger. Os animais comunicam entre eles, através de gritos como forma de alerta do perigo que se aproxima. Os animais selvagens são mais sensíveis a estes fenómenos pelo facto de nunca terem sido modelados.

As pessoas, principalmente as mais idosas e mais debilitadas, também sentem estes fenómenos. Não através da intuição, mas sim através do corpo, principalmente através dos ossos. Todos nós já ouvimos por diversas vezes estas pessoas pronunciarem “vai haver mudança de tempo, dói-me o corpo”. Esta inquietação termina após a descarga da chuva ou após a regularização do tempo. A fricção das gotas da chuva ao rebentar no solo libertam milhões de iões negativos, esta libertação neutraliza e ajuda a dissolver/penetrar os iões positivos no solo. A regularização do tempo, sem chuva, dissolve a concentração dos iões positivos.

Existem vários locais ricos em iões negativos, que é o caso das praias, cataratas e rios.

Estes locais, calmos e ricos em iões negativos, são favoráveis para o equilíbrio e relaxamento, que hoje em dia, cada vez mais , o ser humano necessita.

E porquê ricos em iões negativos?

No caso da praia, a fricção causada pelo rebentamento das ondas na areia e nas rochas liberta milhões de iões negativos, que envolvem o organismo, proporcionando um relaxamento global. A pouca quantidade de roupa, ou quase nenhuma, que as pessoas trazem vestida facilita este envolvimento. O mesmo acontece nos rios e nas cataratas. Eis a razão pela qual estes lugares são escolhidos por tanta gente, que procura libertar-se do stress, depressões e ansiedades, provocadas pela agitação do dia-a-dia.

Enquanto o ser humano para encontrar o equilíbrio nestes lugares necessita de vários dias, a HidroLinfa® proporciona um equilíbrio igual ou superior pelo facto dos nossos pés estarem em contato direto com o campo eletromagnético.

 

Suplementos Alimentares HidroLinfa®

 

A Nice-Space, detentora da HidroLinfa®, apresenta uma linha de suplementos alimentares desenvolvida pelo seu departamento de I&D em colaboração com um reputado laboratório nacional. Esta é uma proposta de bem-estar natural que tem como base a qualidade e seleção de todos os seus constituintes. Uma ação mais específica no organismo pode ser conseguida através da utilização conjunta dos suplementos alimentares e do equipamento HidroLinfa®, alcançando assim mais eficazmente o sentimento de reequilíbrio geral do organismo.

Extratos Naturais HidroLinfa®

A História da Fitoterapia é também a história da medicina. As plantas foram o primeiro medicamento do Homem. A medicina herbal Chinesa data de há 5.000 anos. A Medicina herbal tem sido também encontrada entre os vestígios dos nossos antepassados de Neanderthal.

Referências mais específicas aos remédios usados podem ser encontradas na história Egípcia e  Chinesa. Um papiro egípcio de 1.600 A.C. descreve muitas plantas, animais e remédios inorgânicos. Muitos destes foram provavelmente descobertos empiricamente e alguns como os Coentros, o Funcho, o Sene e o Absinto são usados ainda hoje. Existe uma clara evidência de Ópio produzido a partir da papoila cultivada no Vale Mesopotâmio,  provavelmente a primeira experiência do Homem  na área da preparação de medicamentos. Na China, as referências às plantas que têm sido encontradas são anteriores à  Dinastia Ming (1.500 A.C.). Registos das plantas e do seu uso têm sido encontrados nos “oráculos dos ossos”, os meios de gravação de informação naquele tempo.

Uma teoria é a de que o homem seguia somente o seu instinto natural. Com uma grande aproximação à natureza, os nossos antepassados provavelmente tinham um grande conhecimento sobre como usar o ambiente para se manterem vivos. Este instinto pode ser visto nos animais que não vivem em cativeiro, que podem consumir alimentos em quantidade e combinação corretas para a manutenção da saúde; sabendo quais as plantas a evitar por serem venenosas e também escolher as plantas certas para comer quando estão doentes. Tal comportamento provavelmente também se passou com os nossos antepassados, que adquiriram gradualmente mais conhecimento, capaz de utilizar as diferentes plantas e ervas para se manterem bem.

Por mais de  5.000 anos a arte da cura tem sido uma doutrina crescente e em  mudança. Se  olharmos para a história da medicina em várias civilizações podemos perceber muitos paralelos. Em cada uma destas, medicina Chinesa, medicina Ayurvédica, medicina Grega, medicina Romana e por último a medicina da Europa Moderna a qual nos deu a Fitoterapia, podemos observar um número de similaridades. Em algum ponto de cada uma destas histórias, surgiu um método para explicar como trabalha o corpo. Assim,  podemos explicar o que pode estar errado no corpo e como este pode ser tratado.

A passagem de substâncias através da pele pode provocar à primeira vista alguma confusão no entanto é um fenómeno estudado já há muitos anos que se passa agora a descrever.

A aplicação da eletricidade em diferentes terapias remonta aos gregos, tendo sido explorada antes mesmo de seu descobrimento. Existem relatos do físico grego Aetius sobre a indicação de choques utilizando o peixe elétrico para o tratamento de gota e hemorroidas. Wiliam Gilbert, físico da rainha Elizabeth I, também se interessou pelo uso da eletricidade em tratamentos e publicou o livro “De Magneto”, por volta de 1600. Mas foi em 1800 que Alexandro Volta provou que o fluxo de corrente elétrica ocorre entre dois metais semelhantes, quando colocados em contacto, e atribuiu a este fenómeno a contração dos músculos da perna de sapo, observada em 1780 por Galvani.A aplicação da corrente elétrica fraca para transferir substâncias carregadas através de membranas biológicas, ou seja, a iontoforese, não é uma técnica nova. Ela foi primeiramente descrita por Veratti em 1748 e vem sendo modificada ao longo dos anos de acordo com as necessidades e capacidade tecnológica.

No final do século XIX, Morton escreveu um livro sobre a cataforese de iões nos tecidos, isto é, a migração de catiões de um elétrodo positivo em direção a um elétrodo de polaridade negativa. Neste livro o autor descreve uma experiência conduzida no seu próprio braço.

Desde então a iontoforese é utilizada e extensivamente investigada para promover a liberação de fármacos através de vários epitélios, como mucosas, cérvix, olhos, unhas e, principalmente, pele no tratamento de diversas patologias.

A iontoforese é uma técnica não-invasiva, baseada na aplicação de uma corrente elétrica de baixa intensidade para facilitar a liberação de uma variedade de fármacos, carregados ou não, através de membranas biológicas.

VALNET, J. – “Phytothérapie”. 6ème ed.. Paris: Vigot (2001)

GRATIERI T., GEIFUSO G. M., LOPEZ R. – “Princípios Básicos e Aplicação Da Iontoforese Na Penetração Cutânea De Fármacos” ; Quim. Nova, Vol. 31, No. 6, 1490-1498 (2008)

 

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